Guarani quer evitar inchaço


Nos últimos sete anos a quantidade de jogadores que atua por temporada no alviverde é bem grande


02/12/2014 - 22h25 - Atualizado em 02/12/2014 - 22h33 | Carlos Rodrigues
carlos.rodrigues@rac.com.br



Foto: Cedoc/RAC
O técnico Marcelo Veiga deve responder, em breve, se aceita ou não a oferta do Guarani
Em 2014, as más campanhas se repetiram e 65 atletas vestiram a camisa do clube
Para 2015, o Guarani quer abolir uma prática que tem se tornado comum no clube nos últimos anos: a de montar um elenco diferente a cada semestre. A determinação da Federação Paulista em limitar o número de inscrições para a disputa do Estadual e a assinatura de contratos com os jogadores para a temporada inteira são vistas pelo Bugre como essenciais na busca por um grupo que forme uma identidade.
 

Nos últimos sete anos a quantidade de jogadores que atua por temporada no alviverde é bem grande. E, para o torcedor, é praticamente impossível decorar um time sem que outro já venha em sequência. Isso se deve, em grande parte, à falta de capacidade na hora da montagem do plantel e aos maus resultados, que obrigam mudanças drásticas, e representam uma série de dispensas e novas contratações.
 

Em 2007, o número de atletas que participaram de ao menos uma partida pelo Bugre foi de 42. No ano seguinte, foi para 52. Em 2009 e 2010 essa quantidade chegou a 58. Nas duas temporadas seguintes uma queda foi registrada, 54 em 2011 e 49 em 2012, graças ao vice-campeonato paulista no primeiro semestre, que proporcionou a permanência de parte do elenco.
 

O ápice do mau planejamento foi observado no ano passado. Na temporada em que foi rebaixado na lanterna do Campeonato Paulista e eliminado na 1ª fase da Copa do Brasil e da Série C, o Guarani utilizou, ao todo, 72 jogadores diferentes. Em 2014, as más campanhas se repetiram e 65 atletas vestiram a camisa do clube.
 

Dessa vez, a promessa é de que as coisas serão diferentes. Dos reforços que já chegaram ao clube, todos têm vínculo até o final de 2015. A expectativa é montar um elenco competitivo para a disputa da Série A2, alcançar o acesso e, consequentemente, manter uma base para a Série C. “Nós precisamos dessa sequência de trabalho com os mesmos atletas. O Guarani não pode ter um time a cada três meses. Precisa de um grupo formado e que possa ir melhorando a cada competição que disputa”, afirma o técnico Marcelo Veiga.
 

Com base nisso, o comandante destaca que é preciso muito critério na hora de definir as contratações para que o planejamento não seja afetado. “Estamos buscando atletas nesse perfil, que possam ficar o ano inteiro e até com possibilidade de renovar. Espero que possamos ter discernimento nas escolhas. Na maioria são jovens, para que o Guarani forme uma base e possa atingir seu objetivo.”




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