Lesão no joelho pode impedir contratação


Tempo de recuperação de cirurgia é longo, mas diretoria do Guarani se reunirá com o meia nesta quinta-feira


10/12/2014 - 16h38 - Atualizado em 10/12/2014 - 18h26 | Carlos Rodrigues
carlos.rodrigues@rac.com.br



Foto: Cedoc/ RAC
Segundo avaliação do departamento médico, Dinélson vai precisar de um bom tempo de recuperação após cirurgia no joelho
Segundo avaliação do departamento médico, Dinélson vai precisar de um bom tempo de recuperação após cirurgia no joelho
Procurado pelo Guarani para reforçar o time na próxima temporada, o meia Dinélson veio a Campinas, conversou com os dirigentes, acertou todas as bases, mas encontrou uma barreira para assinar contrato com o clube. Com problemas no joelho, o jogador teve sua contratação desaconselhada pelo departamento médico bugrino. A situação, no entanto, ainda não está definida. A diretoria alviverde pretende conversar com o atleta para entrar em um acordo que seja útil às duas partes.

O meia de 28 anos sequer passou por exames clínicos no Guarani. De posse de uma ressonância magnética que realizou com um especialista em Florianópolis, apresentou o resultado ao clube. E, segundo o Dr. Wanderley Rondini, chefe do departamento médico bugrino, o problema que Dinélson tem no joelho demanda um período razoável de recuperação.

“Ele teve umas alterações no joelho de uma cirurgia e o tempo que se tem para reabilitação é muito curto. Foi isso que passei para a comissão técnica e diretoria, mas são eles que decidem”, afirma. “Ele fez uma reconstrução no ligamento cruzado anterior, mas ainda incapacita alguns movimentos, ele tem dor no local. Será preciso executar o tratamento, esperar um pouco e depois reabilitar fisicamente. Como o tempo para fazer o que tem que ser feito não é grande, não dá para esperar para a Série A2. Essa foi a minha opinião”, completou Rondini.

Apesar do diagnóstico, a diretoria do Guarani não descarta a contratação de Dinélson. E promete uma decisão nesta quinta-feira (11). “Temos uma reunião marcada com o jogador para discutir isso. Não batemos o martelo se ele fica ou não”, disse o superintendente de futebol Lucas Andrino, que revelou que o clube sabia do histórico de lesões de Dinélson, mas que por isso pediu uma análise abrangente da situação. “Foi por isso que passamos para o departamento médico. Trouxemos o jogador para que primeiro ele fosse avaliado”.

O que pesa contra a permanência do jogador é o limite imposto pela Federação Paulista de que apenas 28 atletas – 25 de linha e mais três goleiros – possam ser inscritos para a disputa da Série A2 do Campeonato Paulista . Como não pode haver substituições, o meia provavelmente ficaria disponível apenas para o Brasileiro.
 
Dinélson tem uma ação contra o clube na Justiça e, se ficar, pode haver até um acordo, mas o Bugre não vê, internamente, isso como um motivo para contratar o jogador.




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