Ponte Preta volta ao banco dos réus no STJD


Confusão no jogo contra o Joinville, pela 35ª rodada da Série B, ainda pode render perda de mando e multa


15/12/2014 - 21h49 - Atualizado em 15/12/2014 - 21h55 | Paulo Santana
santana@rac.com.br



Foto: Cedoc/RAC
Arquibancada virou praça de guerra no final da partida: punição
Arquibancada virou praça de guerra no final da partida: punição
A Ponte Preta voltará ao banco dos réus em virtude da confusão no jogo contra o Joinville, pela 35ª rodada da Série B do Brasileiro. Na ocasião, seus torcedores entraram em confronto com a Polícia Militar catarinense e, por oito minutos, a Arena Joinville se tornou uma verdadeira praça de guerra. Insatisfeitos com o resultado do julgamento realizado pela 2ª Comissão Disciplinar, no último dia 2, em que a Macaca pegou um jogo de perda de mando e multa de R$ 10 mil, advogados catarinenses entraram com recurso.
 
O pedido foi acatado pelo STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva). Mas, como há um recesso por conta do final da temporada, o processo só deverá entrar na pauta em meados de fevereiro. A Macaca será enquadrada novamente no artigo 213 do CBJD (Código Brasileiro de Justiça Desportiva), que fala da desordem nas praças esportivas e lançamento de objetos no campo.
 
Na primeira análise, Ponte e JEC tomaram a mesma pena. Na saída do julgamento, há duas semanas, o advogado da Macaca, Giuliano Guerreiro, comemorou como se fosse vitória de goleada. E a confiança prevalece. “Não tem jeito. Vamos preparar a defesa e confiar num bom resultado novamente”, comentou Guerreiro, reconhecendo que a pena pode chegar a 12 mandos e a multa pode ir a R$ 500 mil.
 
Durante o julgamento, o Joinville se defendeu alegando que a PM agiu para controlar a situação e também identificou os culpados pela desordem. A Ponte se amparou no áudio das emissoras de TV, em que o locutor do sistema de som do estádio provocou dizendo “a Ponte caiu” depois do terceiro gol.
 
Fora do estádio, a confusão se ampliou. E só terminou com torcedores atingidos por balas de borracha e alguns detidos. A PM recolheu peças retiradas das arquibancadas e que teriam sido utilizadas como armas contra policiais. Parte da torcida foi acompanhada por carros da PM desde Joinville até a divisa de estado.
 
Para os representantes do JEC, o retrospecto dos clubes deveria servir como base para o julgamento. “Nós tomamos a mesma pena da Ponte Preta, sendo que ela tem histórico de penas rigorosas”, comentou o advogado Roberto Pugliese Junior, que defendeu o JEC.
 
A confusão aconteceu nos minutos finais da vitória do Joinville por 3 a 1. Depois do terceiro gol, alguns torcedores passaram a atirar objetos para dentro do campo. Outros, tentaram deixar o estádio antes do apito final e a polícia não deixou. Por conta disso, houve confronto.




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