Seria legal receber 'mala branca', diz David Braz


Zagueiro gostaria de ganhar algum dinheiro para o Santos vencer, ou pelo menos empatar, o jogo contra o Vitória


03/12/2014 - 20h31 - Atualizado em 03/12/2014 - 20h35 | Agência Estado
faleconosco@rac.com.br



Foto: Cedoc/RAC
O zagueiro David Braz espera manter fase de artilheiro
O zagueiro David Braz afirmou que nunca recebeu dinheiro de outro clube para vencer
David Braz disse nesta quarta-feira (3) que seria legal receber algum dinheiro para o Santos vencer, ou pelo menos empatar, o jogo contra o Vitória, domingo (7), no Barradão, pela última rodada do Brasileirão. Esse resultado provocaria o rebaixamento do time baiano e seria benéfico para o Palmeiras, que luta para não cair. Diante disso, o zagueiro santista admitiu estar aberto a ganhar a famosa "mala branca".

"Se vier um dinheiro a mais, seria legal, eu ficaria feliz, mas até agora não saiu nada disso e temos de fazer nosso trabalho. Eles (do Palmeiras) só dependem deles. Vamos fazer o nosso, sem pensar neles. Queremos terminar a temporada com vitória. Queríamos Libertadores, mas não deu. Agora queremos ganhar", afirmou David Braz, companheiro de zaga de Edu Dracena no time santista.

Embora considere normal a prática da "mala branca" no futebol brasileiro, David Braz revelou que jamais recebeu prêmio extra de terceiros para vencer uma partida. "Infelizmente nunca veio um dinheiro a mais. Se acontecer, não haveria problema. É uma coisa que faz parte do futebol, mas que tem de ser entre nós (jogadores) e não pode sair na imprensa. Se acontecesse, vocês (jornalistas) não ficariam sabendo", explicou.

Sobre o risco de ser denunciado pela procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) pelas suas declarações sobre a "mala branca", assim como aconteceu recentemente com o goleiro palmeirense Fernando Prass, David Braz mostrou-se tranquilo. "Ser denunciado por quê? Por não ter recebido nada?", afirmou.

Ex-jogador de Palmeiras e Vitória, David Braz garantiu não ter motivos para torcer por nenhum dos dois na luta contra o descenso. Ele cobra na Justiça o que deixou de receber do clube baiano durante o período em que foi emprestado pelo Santos e também trava uma antiga disputa judicial com o Palmeiras.
 
ELEIÇÕES
 
Mais de 200 policiais vão garantir a segurança na eleição para presidente do Santos, marcada para acontecer no sábado (6), na Vila Belmiro. Dirigentes do Conselho Deliberativo do clube vão se reunir nesta quinta-feira (4) com o comandante do 6º Batalhão da Polícia Militar, coronel Ricardo Ferreira de Jesus, para formalizar o pedido de um esquema igual ao montado para os dias de clássico e de jogo de alto risco no estádio santista, desde a abertura das urnas até o encerramento da apuração.

A preocupação dos dirigentes santistas é com a possibilidade de enfrentamento entre os apoiadores dos candidatos e os seguranças contratados pela cinco chapas durante a votação e, principalmente, após o anúncio do resultado da eleição.

Os cinco candidatos na eleição santista são Nabil Khaznadar (da chapa "Avança Santos"), José Carlos Peres ("Santos Vivo"), Modesto Roma Filho ("Santos Gigante"), Fernando Silva ("Mar Branco") e Orlando Rollo ("Pense Novo Santos").

Um dos postulantes à presidência, que pede para não ser identificado, prevê confusão se a situação (com o candidato Nabil Khaznadar) fizer o sucessor do presidente Odílio Rodrigues Filho, em razão do suposto risco de fraude no sistema de votação com urnas eletrônicas.

O Santos pretendia usar neste sábado urnas eletrônicas do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), mas o seu pedido não pôde ser atendido porque os equipamentos estão em quarentena em razão da realização do segundo turno da eleição para presidente da República.

Das 14 urnas que foram alugadas da empresa Microbase, quatro já estão instaladas na sede da Federação Paulista de Futebol (FPF), em São Paulo, onde devem votar aproximadamente dois mil sócios. E as outras 10 estarão na Vila Belmiro, com previsão de comparecimento de quatro mil eleitores.

Segundo dirigentes santistas, mais de 20 mil associados têm direito de votar por terem mais de um ano de clube, mas o número de sócios adimplentes será conhecido apenas na tarde de sexta-feira (5), o que definirá o número total de pessoas aptas a participar do processo eleitoral.

"Representantes de cinco chapas participaram do 'aceite' das urnas hoje (quarta) na FPF e tudo transcorreu normalmente. Amanhã (quinta), será o 'aceite' das urnas instaladas na Vila Belmiro", disse o presidente do Conselho Deliberativo, Paulo Schiff.




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