Liminar afasta Wanderson, que está proibido de jogar


Motivo é uma ação que o ex-empresário do atleta contra o ASA de Arapiraca, dona do passe


14/02/2015 - 20h34 - Atualizado em 14/02/2015 - 20h34 | Paulo Santana
santana@rac.com.br



Foto: Geovani Velasquez/AE
Wanderson comemora no Allianz Parque: Macaca derruba o Verdão
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Autor do gol da vitória sobre o Palmeiras na Allianz Parque, o atacante Wanderson está impedido de entrar em campo pela Ponte Preta. A decisão partiu do juiz Rafael Milanesi Spillere, da 1ª Vara Cível de Criciúma, em atendimento a uma ação movida pelo ex-empresário do atleta Acionir Barreto contra o Asa de Arapiraca-AL, seu ex-clube. O problema não tem nada a ver com a Macaca, que não corre risco de punição.

O processo tem 38 páginas e reúne publicações do site oficial do ASA e de outros órgãos de imprensa, com declarações de dirigentes sobre as viagens para Campinas falando de valores. A alegação do empresário é que o atleta tem contrato com o clube alagoano até 15 de maio e não poderia se transferir sem sua autorização, já que ele é dono de 60% dos seus direitos econômicos.
 
Justificativa
 
Ele ressalta ainda que o ASA agiu de má fé quando emprestou o atleta até o dia 14 de maio, um dia antes do encerramento do vínculo, o que deixaria o atleta livre para assinar com qualquer clube sem o pagamento de nenhum valor no dia seguinte. Barreto queria um aditivo ampliando o tempo do contrato.
 
Como não houve, pede o pagamento da multa estipulada em 3 milhões de euros (cerca de R$ 9 milhões). Por telefone, o assessor de imprensa do ASA, Luciano Milano, informou que a diretoria só irá se pronunciar depois que foi comunicada pela Justiça. Wanderson corre o risco de ser impedido de sequer ficar no banco de reservas da Macaca, quarta-feira, diante do Linense.
 
À espera
 
Por meio de sua assessoria, a Ponte informou que seu Departamento Jurídico vai entrar em contato com os alagoanos para saber detalhes da liminar. O certo é que, hoje, para que o atleta entre em campo é preciso que a liminar seja cassada. De acordo com o jornalista Cláudio Barbosa, que acompanha a rotina do ASA como setorista da Rádio Novo Nordeste-AM, o sentimento no clube é de tranquilidade.
 
"Pelo que apurei, o entendimento é que a negociação ocorreu dentro da legalidade. Conforme a ótica alvinegra, o empresário permanece com 60% dos direitos do atleta, que continua vinculado ao ASA até 15 de maio. Ou seja, em caso de venda, o empresário terá direito ao percentual dele”, opinou.




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